sexta-feira, 13 de agosto de 2010

TRABALHO FINAL!!!!!

O final do semestre chegou...e depois de muitas semanas de dedicação chegou a nossa hora de mostrar o trabalho final. Iremos analisar alguns documentos da carreira profissional do nosso querido Professor Doutor Cláudio Gottschalg.

Formado em Eletromecânica pelo CEFET-MG, graduado em Letras pela UFMG com Habilitação em Português e Alemão, Mestre em Estudos Lingüísticos com ênfase em Leitura e Escrita, também pela Faculdade de Letras da UFMG. Doutorado-Sanduíche no Departamento de Lingüística-Computacional da Justus-Liebig-Universität Giessen, Alemanha. Doutor em Ciência da Informação pela Escola de Ciência da Informação da UFMG. Músico e fotógrafo amador. Profissionalmente com interesse nos seguintes tópicos (mas não somente neles): Sistemas de Recuperação de Informação; Lingüística Computacional, Ontologias, Bibliotecas Digitais; Usabilidade; Representação do Conhecimento; dentre outros.

Primeiramente o Professor Cláudio se inscreveu num processo seletivo para a escolha de novos professores para a UnB. Ai está a análise do anúncio que o informou do processo seletivo.


Denominação: Anúncio de vaga para docente na UnB.

Espécie: Anúncio.

Definição: anúncio para profissionais interessados em se tornarem professores da UnB, requisitos e informações de como se inscrever.

Gênero: textual.

Suporte: papel.

Formato: folha avulsa.

Forma: cópia.

Autor: Universidade de Brasília.

Titular: Professor Cláudio Gottschalg.

Função Administrativa: Divulgação da abertura de vaga para o cargo de professor da UnB.

Função Arquivística: Guardar por valor sentimental.

Acesso: Ostensivo.

Como todos sabemos o Professor Cláudio passou um tempo estudando na Alemanha através de um convênio feito entre a UnB e uma Universidade Alemã. Ele também foi responsável por preparar, acompanhar e coordenar as atividades propostas nesse acordo de intercâmbio de alunos e professores. Portanto o primeiro documento a ser analisado será este acordo de cooperação.

Denominação: Acordo de cooperação entre a Fundação Universidade de Brasília e a Universidade Justus Liebig Giessen.

Espécie: Acordo.

Definição: é um acordo define a forma e as condições que a partes em comum acordo propõem a desenvolver continuamente um programa mútuo de cooperação acadêmica, científica e de intercâmbio cultural.

Gênero: textual.


Suporte: papel.


Formato: folha avulsa.


Forma: cópial.


Autor: Fundação Universidade de Brasília.


Titular: Professor Cláudio
Gottschalg.


Função Administrativa: Firmar acordo entre as Universidades.


Função Arquivística: Garantir que as cláusulas do acordo sejam cumpridas e provar que o acordo foi feito.


Acesso: Ostensivo.


E por fim a análise do seu Diploma do Doutorado.

Denominação: Diploma do Doutorado da Universidade Justus Liebig Giessen.

Espécie: Diploma.

Definição: é um documento emitido por uma instituição de ensino que testemunha que a pessoa a quem é concedido completou com sucesso um determinado curso, ou recebeu um grau acadêmico.

Gênero: textual.


Suporte: papel.


Formato: folha avulsa.


Forma: original.


Autor:
Universidade Justus Liebig Giessen.


Titular: Professor Cláudio
Gottschalg.


Função Administrativa: Provar a conclusão do curso.


Função Arquivística: Guardar por valor sentimental.


Acesso: Ostensivo.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

UnB é a primeira instituição pública a aplicar prova digital.


Provas impressas, respondidas à mão e corrigidas dias depois da aplicação estão perdendo espaço para um novo modelo. Avaliações começaram a ser aplicadas em um computador por meio de tecnologia inédita que permite ao aluno saber se foi aprovado assim que termina a prova. A Universidade de Brasília é a primeira instituição pública do Brasil a utilizar o programa. A partir desta segunda-feira, 19 de julho, 639 alunos da UnB serão avaliados por meio do novo sistema nas provas de proficiência de Inglês I e II. O projeto foi desenvolvido pelo Cespe.

A prova digital possui um banco de itens com diferentes níveis de dificuldade. Para cada questão de múltipla escolha é aceita apenas uma alternativa, sendo que as respostas corretas ou erradas indicarão o grau de dificuldade da próxima questão. Se o candidato acerta uma questão, um novo item mais difícil é apresentado. No caso de erro, o sistema seleciona um item mais fácil.

No final da avaliação, o computador fornece o nível de conhecimento em que ele foi classificado, a nota, e dicas de estudo para aperfeiçoar os conhecimentos. O programa foi desenvolvido a partir de pré-testes com as questões que serviram para classificar os níveis de dificuldade das questões.

Segundo Paula, o CAT ainda poderá ser usado em outras disciplinas da Universidade como Cálculo 1 e 2. “Mas, primeiramente, vamos expandir o sistema para o teste de proeficiência em espanhol”, afirma Paula. Concursos maiores como o vestibular, contudo, precisarão esperar mais para ter o sistema incorporado. “É algo que ainda precisa ser estudado. No momento ainda não existe abertura para fazer pré-testes em concursos maiores”.


E aii...será que essa moda pega? Imagina a gente fazendo prova de diplomática pelo computador...pelo menos a nota sairia na hora. Professor solta essa nota logo!!!



domingo, 18 de julho de 2010

Análise de Planos de Classificação


Mais uma vez motivados pelo post do nosso blog-mãe, vamos discutir nessa postagem s diferenças entre os 3 planos de classificação lá apresentados. Eles podem ser acessados em https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioqKubMTJomH6bHUKZWDlvmxZru5KJkr9Dw69VoskjFTBlfsoBLKVyfiMU_l6G5ozBLd-bzTfxQe0PIIBudKK05w0qwKlX7qr02It9037p84uYznFN9HXCc-7uoZbHkJGtiLaHfrJYg2U/s1600/sem+t%C3%ADtulo1.jpg

A primeira proposta de plano é a mais simples, o primeiro nível é formado por 3 divisões, classificações administrativas das atividades desempenhadas pela empresa.

As séries oriundas das atividades de controle de vendas seriam 3: fichas de pedido para implante de memória; 2º via de notas fiscais de vendas ao consumidor; e tabela de vendas de preço ao consumidor. O controle de pessoal criaria apenas uma série de documentos, fichas de cadastro funcional. Assim como a função de registro de publicidade só necessitaria da série prospectos. Esse plano de classificação é apenas uma simplificação das atividades de uma empresa de turimo, uma instituição de grande porte possuiria uma quantidade muito maior de séries e o plano seria muito mais complexo, entretanto certamente as atividades contempladas seriam basicamente as mesmas.

A segunda proposta leva em conta uma classificação estrutural, o Fundo se dividiria em grupos (os departamentos da instituição) e depois em funçoes, baseadas nas atividades administrativas. A partir desse nível seguiria os mesmos princípios abordados no plano anterior. Apesar de no exemplo em questão o seccionamento por departamento ter gerado o mesmo número de divisões do primeiro plano, em outros casos ela se mostraria bastante adequada, dando uma divisão muito mais clara sobre as funções de cada departamento.

O terceiro exemplo de plano leva em conta as atividades da empresa, independente da quantidade de pessoas ou departamentos que as executem. Em uma empresa de grande porte, as vendas são realizadas por uma grande quantidade de pessoas, e certamente existem vários departamentos envolvidos. Já em uma micro empresa uma pessoa pode acumular várias atividades, como por exemplo a de vendas e de publicidade.

Resumindo a ópera, concluimos que o exercíco foi bem didático. Não existe uma empresa que produza apenas 5 "tipos" de documentos, mas certamente essas 3 atividades (Vendas, Pessoal e Publicidade) são inerentes de todos os negócios, independente do tamanho ou natureza. Os 3 esquemas propostos pelo prodessor ainda são adequados para elaborarmos planos de classificação de outras instituições e até arquivos pessoais.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Blog da vez

Pois é pessoal...

Somos o blog da vez desta semana e estamos disponibilizando este espaço para receber
a avaliação de vocês!!!

Visitem, analisem...sintam-se a vontade!
E para ajudar nesta "visitinha guiada" deixamos novamente os criterios de análise:
1- qualidade do conteúdo,
2 - clareza dos assuntos tratados pela equipe,
3-quantidade de postagens,
4 -atratividade em relação ao tema escolhido,
5- interface do blog.

Até mais!!!

domingo, 27 de junho de 2010

Desafio - Blog Fundo de Garagem

Em resposta ao desafio proposto pelos nossos amigos do Fundo de Garagem, elaboramos esse post, após uma árdua discussão, para expor nossas conclusões. Segue um breve resumo do desafio:

Milhares de carros são roubados todos os anos no Brasil, após isso alguns são desmanchados e outros são clonados. Estes são "maquiados" e vendidos, muitas vezes por preços abaixo do mercado. Entretanto, após a realização desse negocio da China, o comprador descobre que o carro era clonado. Diante disso, devemos analisar alguns documentos que possam comprovar legalidade do veiculo, vamos a eles:

  • Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) - O documento original possui marcas que podem distinguí-lo de uma falsificação grosseira. Entretanto, se analisado isoladamente, dificilmente será possível identificar a falsficação, pois como sabemos muitos desses CRLVs falsos são emitidos nos próprios Detrans.
  • Placa do Carro - o mais comum é atentarmos para o lacre que o Detran coloca quando faz a vistoria, mas além disso, existem outros fatores a serem observados. Os caracteres seguem uma padronização, assim como as cores. Além disso, os carros emplacados em cada estado possuem a primeira letra em comum, as placas dos carros emplacados em Brasília, por exemplo, começam com a letra J.
  • O carro também possui elementos que comprovam a sua autenticidade. Em alguns locais podemos observar o número do chassi. Além disso, devemos observar coisas mais lógicas, como a cor do carro e o modelo.
Diante disso, a pessoa que comprar esse carro provavelmente não receberá em casa a multa decorrente do excesso de velocidade. Quem a receberá será o proprietário do carro clonado.

A dica que os especialistas sempre dão é a de duvidar de preços muito diferentes do praticado no mercado. Além disso, é importante consultar a situação do carro junto aos órgãos competentes. Além disso, nunca se deve deixar a transferência do carro para depois, do contrário quem comprar um carro clonado pode responder judicialmente por andar com um carro roubado.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Falando em Documentos de Universidades...

Falando em documentos de universidades...

esta semana a UnB divulgou em seu site a decisão da Câmara de Ensino e Graduação de Reintegração de um aluno cuja matricula foi cassada durante a época da Ditadura.

Iraê Sassi - o aluno em questão - teve sua carreira acadêmica entrecortada por varias ações administrativas nas quais os documentos tiveram papel importante.

O que chama a atenção do leitor é justamente o uso dado aos "instrumentos de prova".

Bem, para quem quiser conferir a história do mais novo calouro da UnB, aí vai o link:

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=3513


É ou não uma questão diplomática?

Fonte:
Textos: UnB Agência. Fotos: Luiz Filipe Barcelos/UnB Agência

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tarefa da Semana



A atividade proposta consiste em responder as perguntas elaboradas pelos colegas. Entre as perguntas dispostas, nosso grupo decidiu por responder as feitas pelo blog "Escoteiros Diplomáticos". Para aqueles que ainda não conhecem, vale a pena conferir o blog em:

escoteirosdiplomaticos.blogspot.com
Bem, vamos para a atividade laboral...

O conceito de Diplomática variou bastante ao longo do tempo. Até mesmo a função dos profissionais que trabalhavam na área mudou. Na Antiguidade Clássi, a palavra diploma era usada para designar os documentos produzidos pelo Imperador, pelo Senado ou aqueles documentos públicos que giravam em torno da cidadania. Entretanto, com o passar do tempo, foram surgindo novas necessidades e a sociedade necessitou de novas formas de análise de documentos, não somente os produzidos pelo Estado, mas também por pessoas e entidades privadas. Nesse sentido, a Ciência evoluiu de tal forma que hoje a Diplomática está associada a análise do aspecto formal dos documentos registrados, sobretudo os administrativos.

Um dos expoentes das Diplomática Contemporânea, Belloto foi influenciada, entre outros, por paola carucci e Alessandro Pratesi. Esses autores e também a "aprendiz" lograram êxito ao aplicar método diplomático aos documentos modernos. Verifico-se então que o mesmo método utilizado para identificar a autenticidade dos documentos medievais podia ser aplicado na criação, manutenção e preservação de documentos contemporâneos, inclusive eletrônicos.

Nesse sentido, a partir do estudo da tipologia documental, Belloto foi capaz de identificar o contexto de criação do documento. Isso foi excelente, pois desvinculou-se o estudo da tipologia da necessidade fundamental de um organograma ou fluxograma da empresa. Por meio da tiplogia documental, foi possivel recriar o contexto de produção de todo um conjunto documental.

Autenticidade e Veracidade




A autenticidade é o conjunto de elementos que caracterizam a confiabilidade de um documento. Por isso, para que um documento se torne autêntico necessita ser criado por entidade competente e possuir elementos que garantam sua existência, tais como carimbos, assinaturas, marcas d’água, entre outros. Esses elementos irão validar o documento, demonstrando quem é seu autor e se este assume e concorda com o conteúdo e informações que ali se encontram, concretizando a autenticidade e a veracidade deste instrumento de prova. No entanto, estes elementos podem ser alvos de falsificação, rompendo a integridade e exatidão do documento.

Gico Junior (2000) apresenta a autenticidade de um documento como o grau de confiabilidade que pode ser retirado deste comprovante, contestando se quem assinou é de fato seu verdadeiro criador.

Enquanto a autenticidade está voltada para o processo de criação do documento, a veracidade está ligada diretamente a qualidade das informações que compõem este certificado (LOPEZ, 2005).

A veracidade auxilia no entendimento sobre o que é falso e vice-versa. Este esclarecimento a respeito do que não é verídico proporciona ao profissional preceitos que visam avaliar o contexto em que o documento está inserido e não sua análise isoladamente.

Ao questionar se um documento tem a possibilidade de ser autêntico e não verídico, Luciana Duranti (1994), expõe que para um documento ser autêntico basta que este demonstre o que realmente está transmitindo, mesmo que seu conteúdo abranja algumas informações não verdadeiras, visto que estes dois elementos são independentes entre si. Por isso, quando um documento é autêntico e verídico simultaneamente, é considerado um instrumento de prova genuinamente arquivístico.

Jogo dos infinitos erros



A maioria dos erros já foi encontrada né... mas antes tarde, do que nunca!

· O arquivo guarda documentos em diversos suportes, não só papel.

· Nem todos os documentos podem ser considerados de arquivo.

· Nem todas as atividades relacionadas a guarda de papel são atividades do arquivista. Alguns documentos ficam nos arquivos setoriais,e são guardados por diversos tipos de profissionais.

· A Lei Áurea está no Senado.

· Não há necessidade de saber sobre tudo. Deve-se conhecer principalmente a Instituição em que se trabalha.

· Documentos raros e valiosos nem sempre devem ser mantidos em segredos. Apenas aqueles que comprometem a segurança nacional.

· O arquivista não cria novos métodos de organização.Ele se baseia em técnicas que foram aprendidas no decorrer do curso Superior.

· Não é o arquivista que decide o que vai ser jogado fora. O valor do documento que vai determinar isso.Se ele perdeu seu valor administrativo, jurídico, fiscal e histórico poderá ser eliminado,de acordo com a tabela de temporalidade da Instituição.

Mas de qualquer jeito a divulgação é sempre importante!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

E a autenticidade?


Foi notícia hoje a contratação do jogador Jobson pelo Botafogo. Após uma grande batalha travada entre o alvinegro carioca, Flamengo e Brasiliense (Luis Estêvão) o atacante que salvou Bota do rebaixamento no ano passado finalmente teve seu futuro definido.

Ótima notícia, para os botafoguenses, mas o que o desfecho da história tem a ver com a Disciplina Diplomática e Tipologia Documental?

A resposta é TUDO!!!

Até o início da semana, pareceia que o clube da Gávia iria ganhar o pleito, entretanto uma notícia veiculada na internet mudou toda a situação. Uma suposta foto caseira do atleta vestindo a camisa do Glorioso foi veiculada em alguns sites...

Isso foi o bastante para que torcedores rubro-negro encaminhassem um manifesto contra a contratação do jogador. Tamanha foi a repercussão que pouco tempo depois o Flamengo se desinteressou e a negociação que se arrastava por meses foi concluída em 2 dias.

Após toda essa história, que para muitos é apenas para boi dormir, vamos analisar o contexto de produção do documento:

1 - A fotografia (digital) possui uma péssima resolução, seria facilmente manipulada por um "photoshopeiro";

2 - Não existe elementos suficientes para provar a data de criação da foto (poderia ter sido tirada quando o jogador ainda pertencia ao Botafogo)

3 - Ninguém realmente sabe quem é o autor da foto.


Diante disso, a pergunta que se faz mister é: a foto era suficiente para provar que Jobson é torcedor do Alvinegro?

Para saber mais, acesse o link da reportagem em www.lancenet.com.br/noticias/10-06-09/769329.stm

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Diplomática cotidiana




Analise tipologicamente um certificado falso, mencionado (não é o certificado "padrão" reproduzido) pela reportagem pertencentes a 3 diferentes titulares:

a)Professor de diplomática (tem uma cópia não-original)

Espécie: Certificado.

tipo documental: textual.

Série documental: Certificado de conclusão do curso.

Função: Utilização como material didático.

Contexto: Os documentos foram emitidos por instituições de ensino que não tinham autorização para funcionar.

b)Secretaria de Educação do GDF ( tem uma cópia original)

Espécie: Certificado.

tipo documental: textual.

Série documental: Certificados falsos apreendidos.

Função: Provar as irregularidades de algumas instituições.

Contexto: Os documentos foram emitidos por instituições de ensino que não tinham autorização para funcionar.

c)Aluno formado (tem o original)

Espécie: Certificado.

tipo documental: textual.

Série documental: Certificado de conclusão do curso.

Função: Comprovar a conclusão do curso.

Contexto: Os documentos foram emitidos por instituições de ensino que não tinham autorização para funcionar.

domingo, 30 de maio de 2010

E o que a Wikipédia tem a dizer sobre o assunto?



Cada vez mais a Wikipédia tem sido usada como fonte bibliográfica para confecção de trabalhos, mais em nível escolar do que médio. Embora ninguém vá tratar alguma doença baseado em um remédio indicado ali, ela é capaz de dar uma visão geral sobre a maioria dos assuntos. Vejamos então o que temos o que ela pode nos acrescentar:

Diplomática é uma ciência – ou, mais adequadamente, uma disciplina – voltada para o estudo das estruturas formais de documentos solenes, isto é, oriundos de atividade governamental ou notarial. A Diplomática é parente da arquivística, designada como tipologia documental; arquivística é sinônimo de arquivologia. À Diplomática cabe a difícil tarefa de análise de autenticidade documental, com base em elementos formais, como o fundo paleográfico e a estrutura ou fórmula jurídica do documento. Sua origem pode ser remontada ao século XVII, embora a diplomática atualmente contribua em outros pontos essenciais da análise documental, tendo por fito principal a normatização de práticas de catalogação de espécies documentais.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Diplom%C3%A1tica (em 30/05/2010 às 15h10)

Se indagarmos se a definição é razoável, a resposta será sim. Caso o questionamento seja se alguém a colocaria na introdução da sua tese de mestrado, a resposta certamente será não.

Analisanto o contexto da Enciclopédia Livre, verificamos que esse é um verbete cumpre a sua função de mostrar ao mundo (a parte que fala português) o que é Diplomática. Foi bem escrito e possui uma bibliografia que conta com nomes como Heloisa Bellotto. Provavelmente foi escrito por alguém da área, uma pessao bem intencionada.

Íamos muito bem até que verificamos a categoria na qual está inserido o texto: "Ciências auxiliares da História".

Nem tudo são flores, mas como dizem por aí, entre mortos e feridos todos se salvaram...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Diferença entre diplomática e tipologia documental

Devido o tema da última aula iremos postar diferença de diplomática e tipologia!


A Diplomática relaciona-se à questão da falsificação e das dúvidas sobre a autenticidade de documentos. Segundo Bellotto, o objeto da Diplomática é a configuração interna do documento, o estudo jurídico de suas partes e dos seus caracteres para atingir sua autenticidade. Seguindo esse raciocínio, a autora Ana Célia Rodrigues afirma que a Diplomática, como ciência, existe para atestar a autenticidade dos documentos arquivísticos através do seu método de análise, que antes era baseada no local de guarda dos documentos e, posteriormente, passou a ser atestada com base no documento em si, em suas características.

Para a Arquivística brasileira, a Diplomática e a Tipologia Documental são campos de estudos distintos. Enquanto o objeto da Diplomática são os documentos de natureza jurídica refletidos no ato escrito que possuem estruturas pré-estabelecidas, de acordo com sua espécie documental ,a tipologica pressupõe o estudo do documento tendo como foco central o contexto de produção (proveniência) e a definição da função à qual aquele documento atende naquele arquivo.No sentido moderno da Diplomática, os documentos são analisados na direção de seu contexto de produção, nas relações entre as competências , funções , atividades do órgão produtor e neste sentido, apresentam suas profundas relações com a Arquivística .

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sem serviços básicos...





Com o fim da greve dos professores, os alunos retornam à universidade sem uma série de serviços básicos. O Restaurante Universitário (RU) e a Biblioteca Central (BCE) estão fechados. Em alguns cursos, as secretarias funcionam, mas em outros, alunos ficam sem documentos como a declaração que permite tirar o Passe Livre, um direito dos estudantes de não pagarem passagens de ônibus. Nos cursos em que há laboratórios, funcionam apenas os que contam com técnicos que não aderiram à greve.




domingo, 2 de maio de 2010

Criada a Faculdade de Ciência da Informação


O Conselho Universitário (Consuni) determinou na tarde desta sexta-feira, dia 30, a transformação do Departamento de Ciência da Informação e Documentação (CID) na Faculdade de Ciência da Informação (FCI). O CID, localizado próximo à Biblioteca Central, era vinculado à Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação (FACE).

A diretora da Faculdade de Direito e relatora do projeto, Ana Frazão, destacou a pouca identificação do antigo departamento com a FACE, além da distância física entre o departamento e a faculdade. Ela lembrou, ainda, o baixo custo da proposta. “A transformação do CID em faculdade não deverá implicar em redução no orçamento da FACE maior do que a verba que atualmente é destinada àquele departamento pela faculdade”, disse a professora, em seu parecer.

Raquete e bolinha no Jiunbs

Gente,
eu sei que o Jiunbs ainda tá longe, mas quem pratica a modalidade Tênis ainda está em tempo de começar a praticar para competir no próximo campeonato!Ai embaixo está uma reportagem feita no ano passado sobre a inclusão desse esporte no jogos internos da UnB.

Estudante da agronomia tenta trazer o tênis para os Jogos Internos da Universidade de Brasília

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Todo ano são disputados na Universidade de Brasília os Jogos Internos da UnB (Jiunbs). Neste ano, um esporte veio para trazer um pouco de novidade aos estudantes: o tênis. É a primeira vez que a modalidade vai ser disputada nos Jogos, pois, apesar de não ser um esporte novo e de ser conhecido por todos, o tênis até hoje nunca tinha feito parte do Jiunbs.

Artur Marins, estudante do 9° semestre de Agronomia da UnB, é um dos responsáveis pela chegada da bolinha amarela às quadras da UnB. Em março desse ano, Artur ficou sabendo dos Jogos Universitários de Brasília. Animado, o estudante se interessou e foi fazer sua inscrição. Devidamente registrado, Artur esperou a data de início da competição e quando tentava imaginar quem seria seu adversário, surpresa: não havia adversário. De todas as instituições de nível superior de Brasília – e não são poucas, diga-se de passagem – Artur foi o único que se inscreveu para o campeonato.

Mesmo com a experiência não muito agradável, o estudante de 26 anos decidiu tentar levar o tênis para sua Universidade. Aconselhado pelo professor Carlos, da Associação Atlética Acadêmica da Universidade de Brasília (AAAUnB), Artur assumiu a responsabilidade de ser coordenador do tênis no Jiunbs e de montar o Clube do Tênis da UnB .

Sem experiência nessa área, Artur resolveu espalhar cartazes pela Universidade para ter uma noção da dimensão do que ele teria que organizar: “Eu nunca tinha feito nada relacionado a organização de campeonatos. Precisava saber quantas pessoas teriam interesse para poder ter um ponto de partida”, explica o universitário. E para sua surpresa, resposta foi positiva: “Foram bem mais inscrições do que eu imaginava, foi acima das minhas expectativas”, conta surpreso. Depois da aceitação dos estudantes, Artur passou a se preocupar com o material para os jogos, com a arbitragem e com outros detalhes importantes.

Quando precisou do apoio da Universidade, Artur teve mais uma boa surpresa: “Essa reitoria, essa nova administração que assumiu está bem mais comprometida com o esporte que a anterior. Eles estão dando mais apoio em relação a material, a espaço físico...”, elogia o tenista.

dscn9907Quanto à estrutura da UnB, Artur avisa: “A Universidade reformou as quatro quadras do Centro Olímpico, mas só é possível jogar em duas delas, porque nas outras o piso ficou muito liso: a bola não sobe. Tem que melhorar mais algumas coisas: colocar iluminação adequada, um piso melhor, mas do jeito que está já dá pra fazer o campeonato tranquilamente”, pondera o organizador.

Se as quadras já estão prontas, os competidores também. Flávio Botelho, estudante do 5° semestre de Comunicação Social, está animado: “Fazia um tempo que tinha parado de treinar. Estava pensando em voltar a jogar e quando vi o cartaz, me animei. É uma boa chance para ver como está o meu nível e voltar a praticar”, explica Flávio.

A inserção da modalidade no Jiunbs pode ser também uma maneira de fazer os universitários voltarem a olhar para o tênis. “Eu achei muito válida a intenção do Artur de incentivar a prática do tênis na UnB. Todos viram que aquela mania do Tênis, que surgiu quando o Guga tava no auge, caiu bastante. Então essa é uma forma de trazer de volta pessoas que já praticavam, como eu, e de atrair novos adeptos”, justifica o estudante de Comunicação Social.

E o Clube do Tênis?

O imediato é o Jiunbs, mas Artur tem planos para mais adiante. A ideia do Clube do Tênis é de se institucionalizar um grupo de praticantes de tênis da UnB. O ponto principal seria que, com a organização de um clube oficial, eles teriam muito mais facilidade para conseguir apoio para praticar e divulgar o esporte. “Uma coisa sou eu pedir apoio para a UnB, outra coisa é um grupo organizado”, argumenta Artur. O estudante vislumbra até mais: “A gente pode até pensar em uma escolinha mais para frente”.

Atividade Cidadã



Se pedirmos para alguém definir em uma palavra o que acha do salário dos professores doutores da Universidade de Brasília, provalemente a resposta será "ABSURDO". Motivados pelo nosso professor (Doutor) a escrever sobre o assunto, faremos uma breve avaliação da situação da UnB e da maioria das universidades federais do Brasil.

Ficamos abismados quando deparamos com o contra-cheque apresentado. Apesar de não ser um salário de fome, convenhamos que R$ 7.200 remuneração bruta para uma pessoa que tem pelo menos 20 anos de estudo é bem pouco....

Comparando com outros cargos públicos, especialistas de agências reguladoras e auditores da Receita Federal ganham mais, apesar de a investidura no cargo necessitar de menos anos de estudo... Com isso, percebemos claramente o que todos comentam: o Estado paga bem a quem trabalha para ele, enquanto aqueles que trabalham para a sociedade ficam em segundo plano.

Verificamos assim quais são as prioridades do nosso governo (de um modo geral, independente de partido). A partir desse plano, percebemos que educação e segurança não tão importantes quanto a arrecadação fiscal.

Fato é que com esse salário ninguém pode reclamar da migração de professores para universidades, ou faculdades particulares. Mas idaí? Quem estuda nas universidades públicas geralmente estudou em escola particular.... o que custa apertar mais um pouquinho o orçamento e pagar mais uns 4 ou 5 anos de mensalidade?

Entretanto, os salários são apenas o reflexo de todo o descompromisso com as universidades. Carteiras estragadas, goteiras e banheiros estragados resumem bem essa ópera....

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Programa de intercâmbio entre Universidades

Beneficiados

Alunos regularmente matriculados em cursos de graduação de Instituições Federais de Ensino Superior brasileiras;

Requisitos

O aluno deverá ter integralizado TODAS as disciplinas previstas para o primeiro ano (1º. e 2º. Semestres) letivos do curso, na Instituição de origem (remetente);

O aluno deverá possuir, no máximo, uma (01) reprovação por período letivo (ano ou semestre).

Somente serão aceitas solicitações de participação no Programa de alunos que TENHAM INGRESSADO NA IES DE ORIGEM ATRAVÉS DE CONCURSO VESTIBULAR ou que estejam efetivamente matriculados em disciplinas em sua instituição de origem no período de solicitação.

O aluno de outra IES após seu registro na UnB, obedecerá a Legislação Básica das Normas Acadêmicas para Matrícula em disciplinas, Acompanhamento Acadêmico, Trancamento de Matrícula, Formas de Desligamento, e demais normas internas à UnB;

O aluno da UnB ao ser registrado em outra IES, deverá seguir as normas acadêmicas da Instituição que o receber.

É vetada a participação de alunos do convênio em Estágios extras curriculares, que não sejam comprovadamente da área especifica do curso de graduação do aluno, monitorias e programas remunerados internos à UnB.

Do Processo

A DAIA-DEG receberá solicitações de participação no Intercâmbio até no máximo 60 (sessenta) dias antes do início do período letivo solicitado para admissão no programa;

O coordenador do curso na UnB terá o prazo de 8 (oito) dias consecutivos para analisar o pedido de matrícula e retornar o processo a DAIA/DEG.

No caso do deferimento do pedido, a DAIA-DEG encaminhará o processo à SAA para registro de matrícula.

Após o registro na SAA, de posse do número de matrícula, o aluno deverá dirigir-se ao Departamento com a cópia do deferimento do Coordenador do Curso e assim efetivar sua matrícula.

Quando da existência de pré-requisito (na UnB) de disciplina solicitada para ser cursada durante o período de intercâmbio, cabe ao coordenador do curso de origem do solicitante, justificar ao coordenador do curso na UnB sua dispensa, com base na equivalência de disciplinas já cursadas na instituição de origem.

A DAIA enviará o Histórico Escolar do aluno a sua instituição de origem ao final do semestre em curso.

No caso de pedido de alunos da UnB, a Coordenação do Curso enviará o processo a DAIA/DEG, que o encaminhará a Instituição onde o aluno pretende matricular-se, juntamente com a carta de apresentação da Diretoria de Acompanhamento e Integração Acadêmica - DAIA.

O aluno deverá comunicar através de carta sua desistência do programa ao coordenador do curso, que comunicará a DAIA – DEG.

Instruções e requerimento


Convênio ANDIFES: Procedimentos Iniciais para Mobilidade Acadêmica

Requerimento de participação (Prazo para requerimento de participação no 2º de 2010 - Até 09 de junho)

Contatos

Coordenação de Monitoria, Intercâmbio e PET - CMIP
Diretoria de Acompanhamneto e Integração Acadêmica - DAIA
Decanto de ensino de Graduação - DEG
Universidade de Brasília - UnB
Campus Universitário Darcy Ribeiro - Reitoria - Térreo
CEP 70910-900 Brasília/DF
Telefone: (61) 3307-2540
E-mail: intercambiodaia@unb.br

Coordenadora: Flávia Maria Paula Leitão
Assistente em Adminstração: Paulo Henrique Silva Coelho
Prestadora de Serviços: Maristela Menezes Araújo
Estagiário: Leonardo Moreira de Sousa

Convênio e Instituições Participantes

Convênio ANDIFES

Instituições Participantes

Comparando nossas Universidades com o resto do mundo

Se você está cursando ou vai cursar uma universidade, ou está matriculado ou pensando em fazer uma pós-graduação, vale a pena conhecer o Rank Mundial de Universidades do Webometrics.

As Universidades Brasileiras não fazem feio, com a USP entre as 100 melhores do mundo, ostentando um 87o lugar.

MEC poderá rebaixar universidades federais!

As universidades federais, pela primeira vez, terão que cumprir metas de qualidade para manterem o título ou poderão ser rebaixadas a centros universitários. Há consenso sobre a inclusão das federais no sistema de credenciamento e a exigência, para as atuais universidades, de manterem ao menos três programas de mestrado e um de doutorado.

No setor privado, muitas universidades ostentam esse título sem cumprir exigências em vigor, como ter 1/3 dos docentes atuando em dedicação exclusiva - 45% desrespeitam essa exigência, segundo o Censo da Educação Superior 2008 (último disponível). O MEC diz que começou a cobrar essas instituições e que pode puni-las.

Estudo feito pelo conselheiro Edson Nunes com base em dados da Capes (órgão do MEC) mostra que 59% das particulares e 15% das federais não se enquadrariam hoje na regra de ter ao menos um doutorado e três mestrados.

Editoria de Arte/Folha Imagem